Nicole e Zequi, dois jovens adolescentes, se conheceram assim que ele precisou mudar de escola e entrou na sala dela. Com uma quase instantânea conexão, a relação dos dois evoluiu rapidamente, na medida em que Nicole começou a desenvolver sentimentos confusos pelo amigo e ele, sem perceber nada, passou a frequentar o centenário casarão da família da menina, onde uma distante tia Elza, internada em uma clínica de repouso, viveu por muitas décadas. O local era um enorme edifício do século XIX, muito mal conservado e com a notória fama no bairro e, para a tristeza de Nicole, entre os colegas da escola, de mal assombrado.
Zequi, com enorme curiosidade e muita imaginação, logo se interessa pelo lugar e por seus incontáveis objetos estranhos espalhados e pendurados por todo canto. A casa parecia a ele quase como um museu abarrotado de quinquilharias, uma mais estranha que a outra.
Não bastasse o cenário sombrio, a mãe de Nicole, uma enfermeira que passava muito tempo no trabalho, começo