Este livro propõe um outro enfoque à saga do rei Édipo - que matou o próprio pai e desposou a própria mãe - e da sua linhagem amaldiçoada. O mais profundamente psicológico dos dramaturgos gregos dá ênfase, aqui aos atos e heróis da tradição grega, mas, antes, debruça-se sobra a força irrefreável das paixões humanas. São deixadas de lado as razões de Estado e posta à luz a irracionalidade dos homens. Escrita em 411 a. C., quando a Grécia encontrava-se enfraquecida e enfrentava questionamentos da própria herança cultural, \"As fenícias\" é considerada um dos melhores trabalhos do autor.